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centaurius

Na mitologia grega, o centauro (em grego Κένταυρος Kentauros, "matador de touros", plural Κένταυρι Kentauri; em latim Centaurus/Centauri) é uma criatura com cabeça, braços e dorso de um ser humano e com corpo e pernas de ca

centaurius

Erro meu

 

 

 

 

 

Erro meu.
Hoje ouvi as mixórdias de temática, o Ricardo fala na obrigatoriedade que as mães terão de ter, de provar que estão de facto a amamentar, espremendo as mamas á frente de técnicos que assim comprovariam o facto.
E as reformas no trabalho continuam.
Pensei no caso, e comentei com a minha esposa a inteligência critica deste senhor, por este caminho não me admirava nada que isto deixasse de ser ficção.
Por acaso á tarde, vejo no Sapo o seguinte cabeçalho: Ministro afasta responsabilidade no caso das enfermeiras que tiveram de provar que amamentavam.

Erro meu o Ricardo não antevia, já ridicularizava o facto.
Assim a realidade e ficção confundem-se, confundem, e os atentados á cidadania continuam impunemente.
STOP. Respeito por favor.

Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE

Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE É uma golpada com muita classe, e os golpeados somos nós.... Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve. Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregadora, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios. Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego. Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?». E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!». E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?». Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos». Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE forem mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica. Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a benção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes. Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário público. Mas, voltemos à nossa história. O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja, mais de 120 contos por dia, sem incluir os subsídios de férias e Natal e ajudas de custo. Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético. E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não. A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço. Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação.

 

Fernando Carlos LopesDepartamento de Ciências da TerraCentro de GeofísicaUniversidade de Coimbra

 


 

Segundo opinião de um comissário Europeu que esteve em Portugal a semana passada ,e do FMI, e já a cumprir ou a forçar cumprir o obediente servidor desta rapaziada tem que reformar a Segurança Social e o preço do trabalho, e se o deixarem vai fazê-lo.

 

Mas tem que ser, os sacanas dos reformados ganham como o caraçasa e os trabalhadores ,tem que trabalhar de sol a sol, e ganhar metade do salário ,para poderem ser produtivos e serem satisfeitos assim os desígnios da nossa canalha ,da canalha Europeia e dos abutres do FMI.

 

Por cegueira ,burrice ,ou intenção ,estes casos não são apontados pelos mesmos

para o equilíbrio das contas públicas.

okx

Barca do inferno 6 de abril 2015.

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Barca do inferno 6 de abril 2015.

Como é complexa a natureza humana, como é aceitável que um facto evidente seja

Apreciado, e avaliado, de formas tão diferentes conforme o s interesses, socio-políticos de cada um dos intervenientes, mas tratando-se de gente inteligente, só resta crer que a sua educação e, ou formação poderiam ter ido mais longe, ou que deliberadamente por interesses materiais, muitas vezes escondidos, mas que lhe permitem uma certa ribalta, naquela sociedade onde soberano é o dinheiro, se tem que vergar por este caminho.

Contestando a parceira de debate, a oponente faz parecer Boaventura Sousa Santos, um tó tó, (lastimável o comportamento tido) diz outra em defesa do ofendido, que o homem é de facto grande assim ela tivesse a sua grandeza.(essa em minha opinião é a verdade)

Outra senhora ataca a pedofilia (mas parecendo não saber bem do que se trata) com a castração.

Ainda a mesma, fala na mistura dos pretos e ciganos num bairro em Loures, interpolada justifica-se com facto de ter autoridade moral para falar assim, já que tem amigos em ambos os quadrantes (tanta hipocrisia!).

Fale-se de liberdade, direitos e garantias, com a leviandade retórica de quem desconhece a realidade deste País, e desconhece, não ponho em causa a inteligência das pessoas.

Uma empregada é assediada pelo patrão, este tem a garantia que nada acontece pelo facto, e esta tem o direito de o denunciar, mas sabe se o fizer perde o emprego. E os filhos menores, e o marido desempregado, e, e, e, os danos colaterais? E a Liberdade?

Não me falem só de estatísticas, tantas vezes manipuladas falem da realidade das nossas vidas.

Duas das barqueiras estão fora, já que manifestam também conhecimento prático da maior parte das realidades, e coerência nos seus pontos de vista.

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