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centaurius

Na mitologia grega, o centauro (em grego Κένταυρος Kentauros, "matador de touros", plural Κένταυρι Kentauri; em latim Centaurus/Centauri) é uma criatura com cabeça, braços e dorso de um ser humano e com corpo e pernas de ca

centaurius

Lembrança do dia de Portugal governantes

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o A comemoração do dia de Portugal, que Portugal? De quem? Um brinde com suor, lagrimas e sofrimento daqueles que espezinham, e vergonhosamente todos os dias pedem sacrifícios, em nome de um rigor que dizem orçamental, rigor da treta, beneficiando os que mais tem em desfavor dos que quase já nada tem, em nome da

democracia, só por que assim está estabelecido, já que na prática está na prateleira, até que gente de coragem, e justa lhe pegue para que ela exista de facto. Entenderia por bem que este jogo de vaidades, e esta pomposidade fosse um facto, assim a mendicidade, e todos os males sociais que nos afetam, não existissem. Comparando estas realidades, só posso concluir, que esta casa é dominada por hipócritas e gente sem vergonha.

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Precisam-se Estadistas

Os dirigentes de hoje, mentiram quando na oposição disseram às pessoas, que com eles é que seria uma governação séria e justa, com preocupação pelos mais desfavorecidos. Assim ocuparam o poder e praticaram o contrário do que haviam prometido, mentiram, novamente em vésperas de eleições retomam as promessas. Do mesmo já tivemos antes por outros. Mas para que assim não seja sempre: È urgente a valorização da pessoa, sobre o partido. A) O sr. X é um homem competente, justo, e inteligente, pertence ao partido Y B) Pertence ao partido, como tal é competente, justo e inteligente.(em ultima instância não precisa ser nada disto). São estes últimos que governam as nossas vidas, e sou eu que lamentavelmente, e de forma direta ou indireta os escolho. Precisam-se estadistas de verdade.

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João Ribeiro (retirado internet)

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Fomos conhecer a Alfaiataria Piccadilly, em Lisboa, de onde saem fatos por medida que custam milhares de euros. Esta é a história de João Ribeiro, um dos derradeiros resistentes de um ofício em vias de extinção José Carlos Carvalho José Carlos Carvalho Nelson Marques Nelson Marques A mulher está sentada num banco de madeira junto à janela do edifício no primeiro andar da Rua Anchieta, bem no coração do Chiado, em Lisboa. Curvada para a frente e com os óculos a escorregar-lhe para a ponta do nariz, pega numa linha, enfia na agulha e começa a coser, em gestos elegantes e treinados, a manga de um fato. O tecido que ela segura com os dedos curtos e roliços é o que realmente importa, mas os olhos do repórter fogem para o acessório. Estampadas na camisola da costureira estão duas palavras que são a antítese perfeita deste espaço: Zara Woman. É que as peças que daqui saem são para cavalheiros distintos, dispostos a pagar entre 1200 e mais de 5000 euros por um fato. Nem vestígio do pronto a vestir quase instantâneo e a preço de saldo do gigante espanhol da fast fashion. Contra um bom fato, não há argumentos. João Ribeiro, 65 anos, é o mestre da Alfaiataria Piccadilly, que quase parece saída da londrina Savile Row, meca dos fatos por medida. A casa tem quase um século de história. Por lá andou, por exemplo, Aquilino Ribeiro, conhecido por ter os bolsos sempre deformados devido ao excesso de coisas que neles enfiava. Mas se não fosse este alfaiate, natural de uma pequena aldeia alentejana, a Piccadilly já teria desaparecido. Há três anos, quando as anteriores instalações, num primeiro andar da Rua de São Nicolau, ali bem perto, foram ocupadas por uma loja de uma cadeia de sanduíches, foi ele que resgatou a histórica casa da morte certa. Com mais de meio século de carreira, Ribeiro sabe bem que o ofício de um alfaiate é uma contradição nestes tempos do consumo rápido. Leva uma vida inteira dedicada a tornar os outros mais elegantes com fatos de fino corte. Tinha 11 anos quando começou, mas não foi uma escolha. “Naquela época não se escolhia”, conta ao Expresso, momentos antes de ser interrompido por um jovem advogado que veio experimentar um fato. Em Benavila, no concelho de Avis, fazia-se a quarta classe e depois ia-se trabalhar. Como ele tinha um tio que era alfaiate na vila, foi aprender com ele. “Não era algo que pensasse ser, mas experimentei e fui gostando.” Até hoje. Quando voltou da guerra, 26 meses em Angola, ainda pensou dedicar-se a outra vida, mas depois apaixonou-se. Em menos de nada, estava casado. “Passei a ter outras responsabilidades. Já não podia pensar só em mim”, justifica-se. Chegara a Lisboa com 15 anos, à procura de uma vida melhor. Era isso ou França. No interior, a vida não era fácil. Esteve quase três décadas na Alfaiataria David, uma das mais conceituadas da capital, praticamente até esta fechar as portas. Depois, em 1992, lançou-se por conta própria, adquirindo outra casa histórica, a Loureiro e Nogueira, fundada nos idos de 1930. Quando comprou a Piccadilly, já quase todas as alfaiatarias da Baixa tinham fechado. No Chiado, só resta ele. Vestiu Mário Soares quando este esteve na Presidência. O atual secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, também é cliente. Em Lisboa, haverá outra meia dúzia de alfaiates, não mais. Ele é um dos mais novos. “Qualquer dia já não tem alfaiates para entrevistar”, diz, com um sorriso de criança, a tentar sacudir o desânimo. Depois, o rosto fecha-se, torna-se sério. “Não vejo futuro para a profissão. Não aparece gente nova que queira seguir este ofício. É muito triste.”

Ser mais velho

Ser mais velho, é ter mais anos, mas é ser pessoa, e mais para a ponta final aquela que chamam de terceira idade, quando mais se sabe das coisas da vida, quando a sua visão é mais alargada, quando deu á sociedade tudo o que lhe pediram ou roubaram, riem-se dele, por que está ultrapassado, por que se é dirigente evita, e sofre por ter que despedir um empregado, por que só entende o sucesso da empresa, se este tiver a ver com o bem-estar dos seus trabalhadores,(está ultrapassado, o que é importante é a rentabilidade da empresa), incentiva a sua jovem filha a dar-lhe um neto, que ultrapassado, dizem-lhe, primeiro está a carreira ……mas a carreira não é afetada, pensa, que a legislação protege a maternidade, de facto a legislação existe, mas para deleite dos hipócritas, que com filosofias baratas, falsas, e com a proteção do estado, de rentabilização das empresas, a espezinham. Vê tão claramente o mau caminho que nos obrigam a trilhar, como a certeza de que um filho deve ter origem na prática sexual, com o amor necessário do seu pai e da sua mãe. (eu bem vos dizia, ultrapassado sim, tantas formas que há de conceber a vida) (vamos despedi-lo, vamos despeja-lo num asilo, vamos roubar-lhe a reforma e assim é feito) Qual grupo de hienas atacando a manada escolhendo somente os doentes, os mais fracos e os velhos. Das hienas direi que se trata da lei da sobrevivência, dos homens direi simplesmente que são cobardes.

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